2.3.12

Saímos bem cedo de Londres no bus da banda. Hoje era o dia do concerto em Sheffield e dia de sessão fotográfica do show para nós.

 

-It’s a little bit of a long trip. – informou o Matt.

-Here! – disse Alex pousando duas cervejas em cima de uma pequena mesa para nos os quatro.

No sofá estavam Jamie e Nick. Cada vez que olhava para o Alex ficava constrangida. Não fazia ideia do que lhe tinha contado em relação ao Pablo na noite do pub. Mas tinha a certeza absoluta de que ele sabia de alguma coisa, só não sabia o quão informado da situação ele estava mas isso também não importava agora, até porque eu não ia falar com ele sobre isso.

 

-You lads, are going to enjoy the show very much! – Matt disse.

Nos sorrimos, mas o sorriso da Suzie parecia-me muito mais irónico...

-Of course we are, and after the show we’re gonna have to take “your little skinny girls” until we get back to London right? – meu deus ela nao falhava la estava ela a dar-lhe em cima outra vez.... Começava a achar que aquilo era amor. Pobrezinho do Matt.

-What? –perguntou o Alex indignado.

-I didn’t said “YOU” would bring girls right? – disse a Suzie reforçando o “you”

-No... but... – mas o Alex nao conseguiu acabar.

-You don’t know a thing! – respondeu o Matt interrompendo o Alex. –We never get girls back with us. Never! We’re just not like that.

-Yeah we’re not! – Conclui o Nick.

Levantei-me e segui até à “sala” do bus se é que aquilo se podia chamar sala. E sentei-me num dos sofás a observar as paisagens e todos os carros que passavam em direcção contraria, numa velocidade exorbitante.

Não me tinha apercebido que ele me tinha seguido, mas segundos depois tinha o Alex sentado à minha frente observado o meu vazio. Vi-o puxar de um cigarro e de o acender lentamente enquanto dava a primeira passa.

-Can you give me one please? – pedi. Já não fumava desde do meu secundário, mas por momentos senti que precisava mesmo de um, e não consegui evitar.

-Sure. – disse abrindo a pequena caixa na minha frente para que pudesse retirar um o qual me acendeu logo.

 E eu continuei ali a observar o que aparecia do outro lado do vidro, enquanto o cigarro queimava e eu voltava a dar uma passa.

-You can’t be this way, it only makes you worst. – disse ele quebrando o silencio.

Olhei-o. – Sorry... – foi tudo o que eu consegui dizer depois de baixar o olhar, não conseguia olha-lo nos olhos, sabia que ele sabia bem o que se passava comigo e eu ainda não percebia como tinha sido capaz de lhe contar estas coisas. Maldita bebedeira.

-I know exactly how that feels... being hurt. Of course not for the same reasons. But the more you think of it, the last you live your life.

-I know. – respondi quase num sussurro.

-Let me help you...  – disse-me. Olhei-o nos olhos naquele segundo. Nem ele me podia ajudar, eu sabia que não apesar de não saber o que ele tinha em mente. O seu corpo curvou-se sobre a pequena mesa que nos separava, e os seus lábios tocaram levemente os meus, separando-se logo de seguida, ainda que a meros milímetros dos meus os seus lábios esperavam por uma reação minha, que inicialmente foi uma espécie de choque, mas que em segundos os meus olhos se fecharam para voltar a sentir mais um leve beijo, que acabou tão rápido quando o calor que senti quando tocaram os meus. E quando voltei a abrir os olhos ele já se encontrava sentado no sofá em frente de novo.

 

-Alex what are we doing? – disse em desaprovação. Ainda que a paz estivesse instalada no meu corpo, o homem que eu amava não merecia uma coisa destas. Não vindo de mim, eu não era assim.

-Healing!

-But I don’t love yo…

-Shhh… - disse passando um dedo sobre os meus lábios interrompendo o meu discurso.

-I know you don’t… we don’t need that… We just need some happiness right? Some kind of friend with benefits right? Just to help forget for a bit?

-Why me? – perguntei ainda em estado incredulo. O meu cerebro precisava de tempo para processar o que se passava mesmo ali diante dos meus olhos.

-Because you know exactly how I feel.

-I don’t want to break your heart Alex…

-It’s already broken you can’t do it no worst.  – disse cabisbaixo.

 

-WE’RE HERE! – gritou a Suzie entusiasmadissima, pela frincha da porta assim que chegamos a Shefield.

 

Eles fizeram o soudcheck, e eu escolhi os looks para o concerto. Eu andava  mais do que distante… Nothing could hurt more… e eu naquele momento só precisava de algo que me fizesse sentir melhor. E de um Pablo, que me disse-se “que diabos estas tu a fazer?” “QUE DIABOS ME ESTAS TU A FAZER?” Naquele momento eu mais parecia dentro de um estado de transe que não me deixava pensar nem agir correcto. Não era eu, era o meu ego à procura de distracção para a dor.

 O backstage estava atolhado de comida e nos pestiscamos um pouco enquanto eles continuavam a dar os ultimos retoques na sala ao lado. O Show começou. O public vibrava, e para abrir “Library pictures” do “Suck it and See” seguido de 1h e meia de musicas fascinantes e hits de primeira. No final o encore e estavam de despedida… Ali era a terra natal, e eles eram amados por aqueles fans. Nunca tinha visto tal devoção ao vivo na minha vida. A suzie tirou fotos fantasticas, até apanhou o famoso “pointing” do Alex que tinha virado moda nos ultimos dias.

Eles sairam e foram ao duche. Faltava-me a mim tratar das roupas, e enviar para a lavandaria enquanto a Suzie começava a editar fotos no seu macbook.

Assim que arruvama todas as peças, senti algo no bolso da camisa do Alex. Era um pequeno papel branco dobrado em 4 que dizia. “I knew you would find this, we’re staying in a hotel tonight, let’s take the pain away, meet me in my room… Alex”

 

Aprecei-me a guarder o bilhete antes que a Suzie nota-se e arrumei toda a roupa.

Voltamos para o bus que nos levou ate a um hotel já quase fora de Sheffield, tinhamos que descansar bastante, amanha tinhamos outro show, e por mais emocionante que fosse era cansativo.

Instalei-me no quarto que me tinha sido destinado, que ficava ao lado do da Suzie. Tirei as minhas roupas, tomei um banho relaxante e vesti apenas uma t-shirt que por acaso até era a nova t-shirt dos arctics que ia promover a tour. Oferta do amoroso do Matt e uns calçoes. Queria ficar confortavel fisicamente, já que mentalmente achava que isso nunca iria ser possivel num futuro proximo.

No bolso das minhas calças continuava o bilhete que tinha tirado da camisa do Alex, olhei por segundos para o relogio. Duas da manha. Voltei a por os olhos na tv. O meu peito sentia um aperto, e na minha garganta um nó. Estava quase que em sofrimento e não sabia como o fazer parar. Voltei a olhar uma vez mais para o relogio e levantei-me.

Respirei fundo e abri a porta do quarto. Caminhei ate ao fundo do corredor, ali ficava a porta do quarto do Alex, não bati, fiquei apenas a observar, ainda me arrependi e virei costas, mas bastou um pequeno olhar e voltei em segundos ao mesmo sitio.

Bati.

 

-Come in? – disse-me enquanto me abria a porta para que eu entrasse. Ouvi o som da porta bater e assim que me virei para ele, as suas mãos agarraram delicadamente o meu queixo para me puxarem para um leve beijo, e que rapidamente se tornou num beijo mais fervoroso. A sua lingua encontrou a minha e rapidamente o meu folgo começava a faltar.

 

O meu corpo parecia em choque, mas consegui sair daquela transe e fazer com que os meus braços rodeassem o seu pescoço. Ja os seus passaram do meu queixo para a minha cintura e para as minhas ancas onde com um pouco de pressão me levaram ao seu colo.

Ele deitou-me na cama cobrindo-me com o seu corpo sem parar de me beijar. As minhas mãos perderam-se no seu cabelo e as dele, começavam uma viagem pelo meu corpo.

Consegui tirar-lhe a t-shirt que tinha vestida e fazia agora o meu percurso até ao botão das suas calças.

As nossas respirações dançavam agora num ritmo mais acelarado, enquanto as suas mão sentiam cada centimentro das minhas curvas. Em segundos estas, removeram a minha t-shirt e os meus calçoes.

Os seus labios fizeram o percurso da minha boca para o meu pescoço, enquanto as suas mãos retiravam o meu sutien e os seus lábios acompanhavam passando agora para o meu peito. Da minha boca escapavam pequenos gemidos que acompanhavam a minha respiração ainda mais acelarada agora que sentia as suas mãos removerem a unica peça de roupa que ainda tinha vestida. Acabei por lhe conseguir puxar as calças juntamente com os seus boxers, com a sua ajuda por entre beijos. E assim que ele me penetrou, eu esperava por um sentimento de culpa, mas tudo o que eu senti foi a dor a desvanecer, enquanto o meu corpo retribuia com gemidos, que agora escapavam pelos meus labios com maior frequencia.

Os nossos corpos movimentavam-se numa dança frenetica e ponderosa enquanto os nossos labios se uniam uma vez mais deixando apenas escapar os gemidos e as nossas mãos que conheciam pela primeira vez o corpo do outro.

-Alex don’t stop...–implorei sussurando  no seu ouvido.

E poucos minutos depois sentimos ambos o orgasm chegar denunciado pela sua acelaração dos movimentos e pelo eco perdido pelo quarto, dos meus gemidos.

 

O seu corpo caiu delicadamente sobe o meu enquanto os seus labios se uniam aos meus uma vez mais. Por momentos, a dor não estava lá…

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sinto-me: :)
música: arctic monkeys - r u mine?
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26.2.12

-Cmon’ we have an hour we have to get fab! – disse a Suzie abrindo já o armário para escolher um outfit...

-One hour? – perguntei agitada. –But I have to get back to the hotel to get something...

-No, no no! You don’t have time to go back to the hotel. – disse-me observando o meu corpo. –You defenitly dress the same size as I do, so I’ll get you some things.

-But Suzie...

-No buts... take this! – disse-me dando-me um conjunto para as mãos

uma saia preta justa, uma camisa com um padrão vintage, um casaco de cabedal, meias, sapatos em veludo pretos, amarrei o cabelo num puxo e maquilhei-me.

-Here, take this bag! It’s going to look great. – era uma mala em pele castanha e realmente sim tudo ficava perfeito. E tinha ali um outfit casual e arrojado ao mesmo tempo. 

 

 

 

 

E assim que estávamos prontas, saímos as duas num táxi até ao pub.

 

E lá estavam eles de volta de uma mesa redonda acompanhados de umas belas cervejas. O pub era amoroso, super acolhedor, com música ambiente, pouca gente, recatado. Mas o ambiente no geral fazia-se sentir e parecia-me optimo.

 

-Wow, all this for us lovely lads?

 

-Quit it Matt! – disse a Suzie sentando-se ao seu lado. –This is nothing, you should see the way I dress for awards... You would start to dibble around me. – disse ela com um cheirinho de convencida. Ele riu.

 

-Here! – disse o Alex abrindo um espaço entre ele o Jamie para que eu me sentasse.

 

-Thanks. – agradeci depois de distribuir dos beijinhos aos meninos.

 

-So you guys didn’t invite your girlfriends? Too rude... – disparou a Suzie.

 

-What girls? – respondeu o Nick. –Matt and Jamie are forever aloners! Alex is broken hearted and my girl is working. So... Nobody here could bring any other girls. –completou.

 

Eles riram, o Alex forçou, obviamente, um sorriso e eles continuaram a conversa.

 

Olhei-o.

 

-Yes, lovely? – perguntou-me assim que percebeu que eu estava a olhar para ele.

 

-Broken hearted? Reaaaally Alex? –ri… - Where’s Alexa?

 

Ele não teve que forçar um sorriso, ele simplesmente deixou transparecer o que na verdade ele tinha. “Um coracao partido”

 

-We didn’t had the time for each other anymore. And I notice she wasn’t happy around me anymore, so we broke up. Two weeks later she got a new boyfriend that guy from Hurts… you know?... – disse claramente magoado enquanto dava outro gole na cerveja e forçava um sorriso.

 

 

 

 

 

As bebidas começaram a chegar. E mais, e mais, e mais e nos já só conseguíamos rir. Tinha a certeza que quando me levanta-se dali não ia sentir chão.

 

 

 

 

 

A minha cabeça doía a cada movimento, pequeno barulho, ou de cada vez que tentava abrir os olhos. Mas lá consegui forçar o meu corpo a abrir os olhos.

 

WHAT THE FUCK? –foi o logo o primeiro pensamento que tive assim que os abri o que provocou mais uma forte dor na minha cabeça... Parecia que ia explodir.

 

Não reconhecia aquele quarto. Não estava definitivamente no meu quarto de hotel, nem sequer no quarto da Suzie. Tentei-me lembrar da noite anterior mas depois de umas boas quantas bebidas tudo o que se tinha passado depois disso estava em absoluto segredo dos deuses para mim porque eu não me lembrava.

 

Nem me lembrava de ter saído do pub quanto mais de como tinha vindo aqui parar. Comecei a perceber melhor o que me rodeava ainda que com uma enorme dor de cabeça.

 

Meu deus! Senti a minha respiração parar! Sentia uma respiração profunda na parte de trás do meu pescoço e tinha definitivamente um braço sobre a minha cintura... CINTURA? Dear god! Fechei os olhos em desaprovação. Eu estava apenas em lingerie. Que diabos tinha eu feito!?

 

Tentei-me levantar sem acordar quem quer que fosse que estava a dormir comigo pois não me conseguia virar para o outro lado sem acordar o dito cujo.

 

E com pequenos movimentos, quase em câmara lenta tentei me levantar, mas não demorou mais do que 7cm de movimento para que sentisse o braço à volta da minha cintura mexer.

 

 

 

-Where are you going? – ouvi uma voz profunda ainda sonolenta que naquele momento suava perfeitamente sexy, mas que me fez logo perceber de quem se tratava, eu conhecia aquela voz...

 

-Good morning... Alex. - foi tudo o que eu consegui dizer, antes de me virar para ele na cama e encará-lo com um ar um quanto bastante constrangido.

 

Ele riu assim que viu a minha cara. Reparei que ele estava sem t-shirt mas ao menos tinha as calças vestidas. Não consegui evitar que o meu olhar percorresse o seu tronco desnudo, só esperava que ele não tivesse reparado.

 

Acenei que não com a cabeça. –I don’t remeber anything. – disse soltando um riso nervoso.

 

-Yeah, you, Suzie and Matt were way too drunk last night. Jamie took them to his place. I took you here ‘cause I didn’t knew which hotel were you staying and you didn’t told me either when I asked you.

 

-Sorry. – disse-lhe envergonhada. –And... If theres a possibility that... mayyybe... Well If i tried to make a moove on you last night, I’m soooo sorry. I really don’t remember... – tentei me desculpar.. porque realmente eu não me lembrava e afinal eu estava quase nua a dormir na mesma cama que ele.

 

Ele riu. –Do not feel sorry. You didn’t! – sorri, estava mais aliviada.

 

-You kept talking about... oh what was his name... Pablo... I guess. – disse. O meu sorriso desapareceu naquele momento.

 

 

 

Naquele momento o meu telemóvel tocou. Era a Pipa.

 

-Escuse me. – pedi-lhe e atendi.

 

-Olá jeitosa! Tudo bem?

 

-Oi, tudo e contigo, ouvi dizer que andavas aqui por Londres. –ouvi do outro lado da linha seguido de um “Oi” barulhento do David.

 

-Oiiii David! –retribuí. – Sim estou! Trabalho!

 

-Humm, olha e será que não tens assim um tempinho livre para vir dar um saltinho aqui para visitares os teus amorosos amigos?

 

-Claro, mas não me posso demorar muito.

 

-Óptimo preciso que me dês uma ajudinha.

 

-Ok, até já!

 

-Até já Janie. –e desliguei.

 

Levantei-me da cama, e segui até ao ao sofá ao fundo da cama onde estavam as minhas roupas.

 

-Humm, I have to go! But thanks for not letting me sleep on the streets! – disse e deixei sair um pequeno riso.

 

Ele também riu e eu apresei-me a vestir as minhas roupas.

 

O que pelos vistos não foi rápido o suficiente pois o seu olhar  parecia deliciado com cada centímetro do meu corpo desnudo.

 

Senti-me corar, mas tentei tirar esse pensamento da minha cabeça para que ele não notasse.

 

-Bye. – disse aproximando-me da cama para me despedir dele.

 

Dei-lhe um leve beijo na cara e quando me ia voltar a afastar a sua mão agarrou o meu queixo e parou-me os movimentos.

 

-It’s allright... You’ll be ok lovely! – disse-me olhando-me nos olhos.

 

Isso deixou-me a pensar no que eu lhe poderia ter dito sobre o Pablo ainda por cima bêbeda... Mas agora não era hora para pensar nisso.

 

Apanhei o primeiro táxi para o hotel, tomei um banho, petisquei alguma coisa para não andar de estômago vazio e segui para cada do David.

 

O David vivia num apartamento no centro de Londres desde que se tinha mudado para o Chelsea e a Pipa tinha-se mudado à dois meses para cá também.

 

 

 

-Oiii. – disse entrando e cumprimentando os dois.

 

-Ahhh tas linda! – disse-lhe enquanto puxava um caracol do David.

 

-Puxa pulguinha você não muda não?

 

-Não! – disse-lhe pondo a língua de fora.

 

O David infelizmente não podia ficar mais um pouco pois tinha treino e assim ficamos apenas nós as duas.

 

-Jane, preciso de um enorme favor! – disse-me.

 

-Queres que seja tua madrinha de casamento? Na boa mulher.

 

-Não nada disso... Quer dizer claro que não me importava, aliás adorava, mas combinamos que seria engraçado, já que é casamento duplo, o Ru e a Maria serem os nossos padrinhos e nós os deles.

 

-Ahhh que giro! Então o que é diz-me lá.

 

-Quero que me ajudes com o vestido. – disse com um sorriso amoroso no rosto. Estava mais do que apaixonada e via-se no seu rosto o quanto ela estava feliz. Naquele momento senti uma enorme inveja. Também eu me iria casar dentro de 5 meses e não sabia onde ir buscar aquela felicidade.

 

-Passa-se alguma coisa? – perguntou acordado-me do meu devaneio.

 

-Não, não nada! – sorri. –Mas vais te casar em 2 meses não dá tempo para eu te desenhar e mandar confecionar um. – disse um pouco desesperada porque queria mesmo ajuda-la com o vestido.

 

 

 

-Pois não eu sei, mas... tu já tens um vestido de noiva criado por ti... Projecto final de curso lembras-te?

 

-Ahhh pois tenho. Mas tens a certeza que é aquele vestido que queres? Tu tens de estar tão apaixonada pelo vestido que vais levar como pelo David.

 

-Sim, mas eu já vi o vestido! E no outro dia estava a rever fotos do nosso tempo de faculdade e lá estava ele. É aquele que eu quero!  - disse confiante.

 

 

 

O vestido era perfeito para ela, de certa forma, foi feito na altura com inspiração nos contos de fadas e ela estava a viver um.

 

Era comprido branco pérola, cintado, decote em coração com um trabalhado de sobreposição de tecidos no corpete superior e com uma flor bordada a swarovskis na frente.

 


 

 

 

-É perfeito! – disse-me.

 

Abracei-a e dei-lhe um enorme beijo ao qual ela retribuiu.

 

Vou pedir á Sara que me envie para cá. Assim ficas já com ele e não tens de voltar lá de propósito.

 

-Adoro-te pequenina. – disse-me.

 

-E eu a ti. Vocês merecem... Tu mereces ser feliz!


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