24.10.10

Bom dia, bloguers. Primeiro quero agradecer pelos comentários, ainda bem que gostaram! ^-^

E hoje como estou feliz e joga o nosso Benfica, ficam aqui dois capítulos.

 


 

2

 

 


Cheguei as 19h em ponto a casa do Ruben. Gostava de ser pontual. Tratei de estacionar o meu carrinho na garagem do Ruben visto que o homem tinha garagem para uns 10 carros. Mas eu até achava giro porque assim quando houvesse festas já ninguém tinha de deixar o carro na rua, e assim até era mais discreto e já não existiam tantas hipóteses de no próximo tablóide sair algo do género: “Farra até altas horas em casa de Ruben Amorim.”
O Ruben, foi quem me abriu a porta. – Wow, mulher! Sempre bonita! – disse enquanto me dava dois beijinhos.
-Cala-te, nada de mais. – disse-lhe dando-lhe uma lapadita no ombro.
Sim realmente eu até que era bonita, não passava despercebida. Era pequenina. Pequenina até demais para o meu gosto. Eu com os meus 1.59 cm, era morena, se bem que o meu cabelo dependendo da luz mudava de cor, digamos que a minha cor natural é um castanho avelã, mas que com o sol pende mais para o loiro, e as vezes até chega a um alaranjado que já me fez passar por ruiva umas quantas vezes. Dona dos meus olhos castanhos esverdeados e com as minhas curvas, ainda que não muito acentuadas. Digamos que fisicamente só havia uma coisa que fazia os rapazes parar e era o meu rabo. -.-‘ “Bunbum de zuca” era como o David lhe chamava. Eu já nem ligava, enfim homens.
-Vamos, lá que tens muita gente para conhecer hoje. – disse-me gesticulando para que eu o seguisse.
Fomos directamente para o jardim, onde a festa já era visível. Os Brasileiros estavam bem no meio onde cantavam e criavam a música ambiente da festa com o Luisão como o big boss da banda. No grupo estavam para além do Luisão, o Kardec, o David Luiz, o Airton, e o Weldon.
Mais a um canto estavam mais uns quantos… O Saviola acompanhado da Romanella, o Aimar do outro lado, o Gaitan com o Salvio e as respectivas namoradas, O Cardozo, a respectiva mulher e o filho e mais ao lado estava o Maxi.
Numa outra mesa ao lado, estavam o César com a Diana, o Fábio com a Andreia e a filha, acompanhados ainda pela namorada do David e pela Brenda que estavam sentadas ao lado de Roberto que se fazia acompanhar também da namorada.

Bem eu já estava à espera de muita gente, mas o plantel em peso digamos que me intimidou um pouquinho e tendo em conta que eu não conhecia muitos mais para além do Ruben, do David e agora do Fábio fez com que um ligeiro nervosismo se apoderasse de mim. Mas isso rapidamente passou. Tinha que me manter confiante, e era assim que eu ia ser.
Por momentos, quando me voltei a aperceber do que se passava a minha volta fiquei ainda mais constrangida pois agora estavam todos de olhos postos em mim. E até a música que se fazia ouvir, tinha parado.
-Bem, esta é a Jane. O David e o Fábio já conhecem, os outros não! Mas vão passar a conhecer. Pois a partir de agora têm aqui a designer oficial do glorioso… A Jane, vai desenhar e elaborar os nossos fatos oficiais, por isso sejam simpáticos com ela. – disse o Ruben para que todos ouvissem.
Acenei de uma forma leve, ainda que envergonhada. E todos me sorriram.
-¿Que?- perguntou o Saviola ainda que acanhado, pois não percebera muito do que o Ruben tinha acabado de dizer. E todos se riram…
Dirigimo-nos para perto deles. – Ai Javier Pedro, nunca entendes nada! – disse o Ruben ainda que com um certo gozo na voz e afastou-se, eu decidi ficar por ali agora que a música já tinha recomeçado, e já não estava tudo de olhos postos em mim.
-Hola! – disse sorrindo, ao qual todos os presentes na mesma mesa me responderam…
Os meus olhos passaram pelas mulheres presentes, eram sem dúvida todas muito bonitas e via perfeitamente que a Romanella percebia um quanto de moda, o que me agradou pois poderia ser um possível assunto para conversar. Os meus olhos passaram pelos restantes, mas foi no momento em que pus os olhos no Pablo Aimar que umas quantas batidas escaparam ao meu coração. Sim, eu admirava o Aimar. Grande Jogador, e um homem cheio de classe. O meu desejo era esquecer que estava ali e pedir-lhe um autógrafo, mas ia parecer tão mau, e ia parecer uma fã parva, por isso decidi afastar os pensamentos parvos da cabeça. De qualquer das formas o olhar dele estava distante, era quase como se ele não estivesse ali… E isso deixou-me um quanto preocupada.
-Mira, siéntate aquí querida. – disse a Romanella puxando um dos banquinhos para que eu me sentasse.
-Gracias. –disse sorrindo.
-¿Hablas Español?
-Si, un poquito.
-Que bueno. -¿Entonses que es una designer de moda?
- Si, si pero a mucho poco tiempo. Terminé mi curso este año así que comienzo ahora.
-¿Que bueno. Un día deseo que usted me hága un vestido si?
-Si. – disse sorrindo.
- Vá vamos cantar os parabéns! – disse o Ruben entrando no jardim com um grande bolo.
Reunimo-nos todos a volta de uma só mesa. A namorada do David estava radiante, sentada enfrente ao bolo. Depois de cantarmos os parabéns e comer-mos bolo estava na altura dos presentes. Tirei da minha mala o envelope e dirigi-me a ela e ao David.
-Parabéns! – disse-lhe de novo dando-lhe dois beijinhos e passando-lhe o envelope para as mãos.
-Oh não era preciso, és uma querida. – disse-me.
-Quié isso? – perguntou o David curioso enquanto a agarrava e espreitava por cima do ombro.
-Não acredito, 2 bilhetes para uma viagem às Caraíbas.
-É para ires com o David.
-Oh Jane, és super querida. – disse abraçando-me. O mesmo fez o David com um sorriso enorme na cara.
Sentei-me num dos bancos do jardim a admirar toda aquela cena. Nunca me imaginei numa festa em casa do Ruben com o plantel do Benfica em peso e de me sentir como se fosse a coisa mais normal do mundo. Todos estavam felizes com sorrisos estampados na cara. Apaixonados, alegres, maravilhosamente abstraídos na imensidão da felicidade.
E eu, ali só a apreciar aquela maravilhosa vista. Por esta altura já todos dançavam com as respectivas namoradas e mulheres ao som da música que passava no rádio. Olhei para o lado e vi o Aimar sentado dois bancos ao lado sozinho. Continuava distante. Distante e sozinho. Perguntava-me onde andaria a sua mulher Ana e os filhos…
Respirei fundo, levantei-me e dirige-me a ele.
-¿Puedo? – perguntei, gesticulando que a minha intenção era a de me sentar.
-Si, claro…
-¿Entonces, solo?
-Si…
Sorri. - Muy callado veo.
E ele sorriu, pelo menos já lhe tinha arrancado um sorriso da cara…. E que sorriso, ele tinha um sorriso que matava.
- Perdóname… ¿Entonces, vas a diseñar nossos trajes?
-Si… Prometo que los haré hermosos y con muy encanto y clase.
-Que bueno. – voltou a sorrir.
- Tengo que los hacer com muy clase para jugadores com clase.
-¿Si? – perguntou-me sorrindo. Agora os seus olhos penetravam os meus. O meu coração acelerou, e o calor apoderou-se do meu corpo, mas que raio se estava a passar comigo.
- Si. Como señor Pablo Aimar, siempre con tanta classe. – disse sentindo as minhas maças to rosto passarem de rosa a vermelho.
-Que? ¿Ha visto los juegos?
-Si. Benfiquista desde pequeña, de corazón.
-Que bueno. Entonces tienes muchas camisetas…
Ri-me, claro benfiquista que é benfiquista tem muitas. -Sí, algunas. Mi primera fue de Nuno Gomes, Yo creci viendo lo jugar. Tengo una de David también…
Ele riu e gesticulou que não com a cabeça…
-¿Que?
-Todas las chicas tienen su camisa ahora…
-Si pero… Y no la uso mucho ahora…
-¿Entoces?
-Tengo una nueva camisa… - pisquei-lhe o olho
-Permita-me que adivine.
- Claro…
-¿Ruben?
-No!
-hmmm Pensé que fue su enamorado…
- Que Ruben? No! Y estoy soltera.
- Eres jóven, tienes tiempo… Pero,entonces, qual eres la camiseta?

- Eres el 10 Aimar, coñeces?
Ele sorriu e eu também.

 


-¿Y usted? bailan todos con sus enamoradas y esposas... por qué es usted aquí solo?
O sorriso dele desapareceu, e baixou a cabeça… Eu fiz o mesmo e ainda que a medo consegui dizer. – Perdona-me, es su vida que yo no preciso saber nada... Soy sólo una estúpida curiosa.
Senti a sua mão quente no meu ombro o que me provocou um certo arrepio no corpo.
-No… Usted no es estúpida, es muy agradable, es una hermosa chica... Es sólo que mi esposa no podría venir... sólo eso. - disse-me ainda que com um sorriso forçado… as palavras dele pareciam sinceras.
A festa acabou, já era tarde. Despedi-me dos demais e segui rumo a casa… Aquela conversa com o Aimar tinha-me deixado completamente num mundo ao lado… Primeiro não percebia as minhas reacções completamente involuntárias às palavras dele, aos gestos dele, aos comportamentos dele…E depois, eu era fantástica a “ler” as pessoas e algo me dizia que alguma coisa não estava bem com o Pablo, mas eu também sabia que ele era uma pessoa tímida e reservada e não me queria meter…

 

3

 

 

Depois de umas poucas horas de sono, pois tinha que me levantar cedo e digamos que não tinha chegado a umas horas lindas ontem, fui-me arranjar. Hoje era o meu primeiro dia de trabalho na Luz, e queria ser pontual e profissional.

 

 

Vesti uma roupa básica ainda que com um toquezinho chique. Vesti umas skinny black jeans, com uma camisola de lã cinza e um casaco de malha também ele cinza. Calcei uns sapatos pretos banais e adornei o conjunto com uns colares. Tomei o pequeno-almoço e segui rumo ao Estádio. Hoje ainda tinha de ir buscar a Sara a gare do Oriente. Ela vinha de Beja e digamos que conhecia mais Lisboa do que eu, mas ainda não tinha tirado carta e eu achava que não era necessário ela gastar mais dinheiro em transportes quando eu podia perfeitamente passar por lá e traze-la.

Quando cheguei ao estádio da luz a garagem estava praticamente cheia… Reconheci o carro do Ruben e do David por entre os outros… deduzi que eles estivessem em reunião ou algo parecido. Treinos não deveriam ser, pois os treinos eram no caixa futebol campus. Subi dirigi-me à minha suposta sala de trabalho, seguindo as indicações que o LFV me tinha dado na reunião porque eu ainda não conhecia bem as instalações do Estádio. Deparei-me com uma fila enorme de jogadores à porta da sala e o LFV e o Jorge Jesus ao fundo do corredor acompanhados de duas senhoras…

Segui como se fosse tudo normal, mas ter uns 30 olhos postos em mim estavam-me a deixar doida…

-Boa Tarde. – Cumprimentei o LFV e o Jorge Jesus.

-Boa Tarde Jane. Este é o Jorge Jesus, como já deve reconhecer…

-Sim… - ambos sorrimos e apertamos as mãos

-Ora bem então é assim, a menina tem aqui a sua sala de trabalho, equipada com tudo o que vai precisar e também tem aqui duas senhoras que a irão ser as suas costureiras e ajudar em tudo o que for preciso. Hoje queria que tirasse as medidas necessárias a todos os jogadores… Depois marcaremos outro dia para os dirigentes, para o treinador e para mim, pode ser?

-Sim claro…- respondi…

-Então eu e o Jorge Jesus, toma-mos a liberdade de dividir o plantel em 3 grupos de 7.

-Ok, obrigado.

Eles seguiram, mas a fila de jogadores, continuava e todos de olhos postos em mim e nas senhoras, como que há espera de alguma coisa…

Entrei na sala e realmente tinha tudo do que necessitava máquinas de costura, alfinetes, linhas, tudo. Olhei para o meu grupo de 7… No papel com letras medianas constatavam-se 7 nomes bem conhecidos.

 

Roberto

Rúben Amorim

David Luiz

Fábio Coentrão

Óscar Cardozo

Javier Saviola

Pablo Aimar.

 

Combinei com as senhoras, tudo o que teríamos de fazer, para que nada faltasse. Revimos todas medidas necessárias fizemos um sketch de tudo o que necessitávamos e começamos um por um a chamá-los para tirar-mos as medidas.

Com o Roberto foi super rápido e também um quanto engraçado, pois ela era, digamos que, grande e eu com o meu 1.59cm, ainda que de saltos, tinha de literalmente me por de bicos de pés para tirar algumas medidas e ele lá se ia rindo da minha figura e eu ria-me também.

 

Depois veio o Rúben, sempre com um sorriso no rosto, com este já era mais fácil pois ele não era tão alto como o Roberto.

-Então vamos lá ver se não me fazes um fato com o dobro do tamanho! – disse ele na brincadeira.

-Devia fazer era um dois tamanhos a abaixo, assim obrigava-te a emagrecer para caberes lá dentro. – disse-lhe colocando a língua de fora.

-Porque estou gordo? – perguntou ele indignado!

-Não Rúben! Estava a brincar, se tivesses que perder dois tamanhos ficavas anoréctico!

Desviei o olhar para as senhoras para ver se elas estavam a fazer tudo como combinado e não evitei soltar um risinho quando pus os olhos na dona Amélia que tirava as medidas ao Gaítan. E que estava no exacto momento a tirar-lhe a medida que vai da braguilha das calças ao fundo da perna. O Gaítan possuía uma cara um quanto digamos que “tirem-me daqui!” e a dona Amélia não ajudava, ainda dizia que ele era um rapaz todo jeitosinho… Não evitei tive que me rir e o Rúben que também assistia a toda aquela situação, se riu. E aí todos olharam para nós os dois…

 

- No te preocupes Gaítan! – disse-lhe docilmente do outro lado da sala para que de alguma forma o acalmasse.

Acabei de tirar as medidas ao Rúben, e que viesse o David. Por acaso tinha a sorte de ser super rápida com medidas já sabia tudo o que precisava de anotar de cor e salteado, era só ser precisa com números.

 

O David entrou, também ele todo sorridente. Claro que teve de ir dar dois beijinhos a dona Amélia e a dona Maria… Ele cumprimentava sempre toda a gente, sempre bem disposto.

-Que passa mano? – perguntou ele quando viu a cara do Gaítan. Eu sorri e o Gaítan nem lhe respondeu…

-Anda daí David… - pedi-lhe

-Já tô indo viu?

Lá tive eu que andar mais uma vez em bicos de pés para tirar algumas medidas. E o David só gozava.

-Você é mesmo pequenininha! Nem com esses saltões você me chega! – riu.

-Oh David eu já sei que sou pequenina, escusas de me estar sempre a lembrar-me desse pormenor…

-Pequenininha é pouco poxa!

Fartei-me e piquei-o com o alfinete no braço.

-AUUUUU! Oh rapariga, você é mazinha hein?

-Era para te calares. -sorri e puxei-lhe um caracol.

Acabei de lhe tirar as medidas e acompanhei-o a porta… Espreitei e cada vez eram menos os jogadores na fila…

-Fábio! – chamei eu…

-Toma cuidado Fábio, ela é perigosa! – disse o David enquanto passava pelo mesmo.

-É? - perguntou o Fábio tentando fingir uma cara de assustado.

-Não sou nada! – disse fazendo olhinhos de santinha…

E todos se riram.

Com o Fábio também foi rápido… A dona Amélia e a dona Maria por esta altura já tinham despachado mais

 Jogadores do que eu! Elas tinham alguns na lista que tinham estruturas corporais bastante parecidas por isso era só um ajuste ali, outro acolá já eu, saiu-me tudo diferente. Com o Cardozo também foi super rápido. Era a vez do Saviola.

Com ele já não me sentia tão pequenina… eu de saltos era praticamente da altura dele.

-Hola!

-Hola Saviola.

Olhou-me de alto a baixo. – Pensé que fueses más pequeña.

Ri-me. –Esto es de los tacones porque soy más pequeña.

Comecei a tirar-lhe as medidas o que dava uma certa piada porque ele dizia que tinha cócegas e eu mal lhe conseguia tocar.

-Menina, já acabamos a nossa parte, quer que faça mais alguma coisa? – perguntava-me a dona Maria. 

-Não, obrigado. – sorri. –Só falta um e eu arranjo-me bem sozinha.

Elas saíram e o Saviola saiu pouco de pois.

Quando voltei ao corredor já só lá permanecia o Pablo e eu senti-me digamos que um pouco envergonhada por o ter feito esperar tanto tempo.

- ¿Entonces, usted se olvido de mi? – perguntou-me sorrindo.

-No.

-Mira Pablo te espero en el carro! – disse o Saviola ao Aimar enquanto este caminhava na minha direcção.

Entramos na sala, agora esta encontrava-se vazia…Comecei por lhe tirar a medida dos pulsos e dos braços, depois a dos ombros…

 

-¿Entonces, que es peligrosa como David aí dijo? – perguntou-me enquanto lhe tirava a medida do peito.

Sorri levemente. – No! El no se calló, por eso yo fui mala a él. – ri-me e olhei-o nos olhos…  Ele estava de braços afastados para que eu lhe pudesse tirar a medida do peito e  mesmo de saltos, eu ficava um pouco mais baixa do que ele… Mas isso não impedia que estivéssemos a centímetros um do outro e de que eu pudesse sentir a respiração dele na minha testa enquanto me tentava concentrar.

- Perdóname, por ter demorado mucho. Usted probablemente quiere regresar a casa. – disse-lhe passando agora para as pernas.

 

-No hay problema…Mira qué hará usted esta noche?

Aquela pergunta deixou-me sem resposta logo de inicio. O que é que ele queria dizer com “o que é que eu ia fazer hoje à noite”, geralmente estas perguntas vem seguidas de propostas com segundas intenções… ou era eu que estava tola da cabecinha e andava a pensar no que não devia.

 

-Nada, pienso yo. – respondi continuando concentrada no meu trabalho.

 

-¿Entonces e se salimos esta noche? Le podría mostrar la ciudad... Usted no conoce mucho de Lisboa…

 

Levantei-me, o meu trabalho já tinha terminado, já tinha todas as medidas de que precisava. Olhei-o de novo, permanecia sério à espera de uma resposta minha e eu não sabia o que lhe dizer… Por um lado eu sabia que não era certo… Não é fosse algo demais… mas se nos vissem juntos, sendo os média neste país e conhecendo-os como os conheço iam logo começar a inventar histórias e não queria que fosse mau para ele… Mas por outro lado, como a que eu lhe podia dizer que não…

 

-Esta bien… - disse-lhe com um sorriso no rosto.

E outro sorriso se formou no rosto dele. – ¿Voy a buscarte a las 9 esta bien?

-No, no esta bien!

Ele olhou-me confuso…

-Ustéd no sabe donde vivo…

E ele passou de confuso a sorridente, eu podia apaixonar-me por aquele sorriso… era lindo… quase que me arriscava a dizer perfeito.

-Ahhhh eso!

-Entonces nos encontramos aqui! ¿Si?             

-Si!

Deu-me dois beijinhos e saiu… Eu decidi não pensar mais no assunto e começar a desenhar alguma coisa para ver o que me saía.

 

tags:
sinto-me: *-*
música: lissie - wedding bells
link do postPor pablitoaimar, às 11:06  comentar

De Bianca a 24 de Outubro de 2010 às 12:55
Espectacular, Janee, estes dois capítulos estão muito bons ! *.*
Coitado do Gaitán ^^
Muito bom, mesmo !!
Continua !
Beijão !

De daniella a 25 de Outubro de 2010 às 14:46
antes de mais kero dizer k gosto mt est mt fixe...
espero k o proximo capitulo seja ja em breve...

gostaria de saber o nome da musica k tens aki no blog, se possivel.


beijo,continua

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