22.12.10

Obrigado por todos os comentários e por continuarem a seguir o meu blog. Obrigado a todas as novas leitoras e Obrigado Sarufa pelo Pablo no teu blog dia 23. Será uma espécie de presente de aniversário adiantado *-*

 

No que toca a curiosidades sobre a minha escolha do Messi para aparecer no capitulo e não outro jogador do Barcelona devesse ao simples facto de o Lionel Messi ser efectivamente a cara da marca da dolce & gabanna em Barcelona e não outro.

 

Espero que gostem dos capitulos de hoje, sim hoje são dois :)

 

E boas férias de Natal para todas!

 


 

 

 

  

 

35

 

 

 


Cheguei ao meu quarto no hotel, o relógio acabava de dar as últimas badaladas das 4 da manhã. Despi o meu vestido lentamente, descalcei os sapatos… Fechei os olhos e por segundos senti o quanto me sabia bem quando era ele quem me tirava a roupa. Quando a ponta dos seus dedos tocavam a minha pele que ardia fogosamente pelo seu toque. Os pequenos beijos que ele deixava marcados no meu corpo.
Voltei a abrir os olhos e soltei um suspiro. Sentia a falta dele compulsivamente. Estava capaz de cometer uma loucura e apanhar o primeiro avião para Lisboa, mas amanhã tinha que ir trabalhar cedo. Não me conseguia desculpar por ter falhado a promessa de que os veria todos os fins-de-semana. Peguei no telemóvel… Queria desesperadamente ligar-lhe, ouvir a sua voz, mas era tão tarde… Não queria acordá-lo.
Mas eu precisava dele… Procurei o seu nome na lista. Os meus dedos sabiam decor o percurso que tinham que fazer. Os meus olhos avistaram o seu nome e apressadamente carreguei no “chamar”.
Depois de esperar que ele atendesse, estive mesmo quase a desistir ao 7º toque, mas antes que eu pudesse reagir ouvi a sua voz, claramente ensonada do outro lado da linha.
-¿Hola cariño, passo algo? – ouvi claramente do outro lado da linha.
Engoli em seco, a minha língua humedeceu os meus lábios secos e preparei-me para lhe falar. –No, solamente necesitaba escotar tu voz.
Escutei um riso adorável do outro lado da linha a seguir a um silêncio passageiro. –¿A las 3 da mañana?
-Sí…Perdóname se te desperte pero estoy muriendo de saudades tuyas… - e saiu-me tudo como uma golfada de ar. –Necesitó de escotar tu voz, de te sentir, de te escotar diciendo que me amas. – e dito isto deixei o meu corpo cair sobre a cama.
-Sabes estaba pensando una cosa esta noche… Te quiero llevar a Argentina cuando volveres… Eres verano adelante… Quiero llevarte a ver las más guapas playas… - sorri ele sabia o quanto eu queria ir a Argentina. – Quiero hacer amor contigo numa playa desierta… - mordí ligeiramente o lábio inferior, fechei os olhos e ouvi atentamente o que ele me dizia. –Quiero te mostrar lo quanto yo te amo.
-Pablo… -interrompi-o quase num sussurro – Estoy tentada a cometer una locura así! ¿Puedo apañar el primero voló para Portugal ahora? Quiero… Preciso estar contigo cariño. – supliquei-lhe. –Quiero que me lleves al cielo. – disse quase num sussurro silencioso.
-¿Que no trabajas mañana? – perguntou-me, conseguia sentir o entusiasmo na voz dele.
-Sí! – disse tristemente.
-Entonces duerme cariño. Logo, logo estarás conmigo, son solo mas 4 días.
-Te amo Pablito.
-Yo también hermosa.- ouvi docemente do outro lado da linha.
Enfiei-me mesmo assim dentro da cama, apenas em lingerie e adormeci sozinha, numa cama enorme e vazia.
Acordei cedo, mas uma dor de cabeça atormentou-me a manhã. Parecia que estava de ressaca e nem tinha exagerado, nem sequer chegado lá perto, na noite passada. Tomei um banho quente daqueles que quase esfola a pele, mas estava mesmo a precisar.
Estava um friozinho por isso optei por uma roupa mais quente e confortável. Vesti um vestido pérola de algodão egípcio, que fazia par com umas meias azuis com um padrão floral, para fugir ao look normal. Levei o meu casacão de camurça castanho revestido em pelo branco. Para terminar o look levei a minha gucci bag com as sandálias de cunha marc jacobs, cabelo solto e maquilhagem simples e clean e estava prontíssima para mais um dia de trabalho.

 

 
 

 

 

 

 

Ouvi um discurso solene da sra. Antonella sobre o quão fomos todos formidáveis na festa assim que cheguei. A Carla fez-me um super interrogatório de como tinha ido embora sem ela, com quem e sem lhe dizer. Obvio que eu inventei grandessíssima história. Não lhe ia dizer que tinha ido embora com o Messi. Não é que estivesse a julga-la mas era provável aquilo sair dali como fofoca espanhola se desse com a línguas nos dentes.
(…) Depois de mais um dia de trabalho intenso, estava solenemente a implorar para que a semana passasse a correr.
O meu percurso tornou-se rotina. Era hotel, trabalho, trabalho, hotel, com umas chamadas para o Pablo pelo meio e imensos e-mails trocados com a Sara. O stress estava completamente estampado na minha cara. Nestes últimos dias  não havia tempo para descansar. Se o meu corpo não estava a trabalhar, por assim dizer, o meu cérebro nem parava, o que me levava a ter insónias. O meu cérebro simplesmente não desligava para que fosse possível dormir.
(…)
Mas tudo compensa, é o karma é verdade! E depois de noites mal dormidas, dias a fio de trabalho e cabeças viradas do avesso, tinha chegado o tão desejado Sábado. Levantei-me cedíssimo, queria chegar a tempo e horas a Portugal para ter tempo para aproveitar bem o fim-de-semana, sem ter que pensar em trabalho.
Tomei um duche rápido, optei por um look um pouco mais kinda “formal”. Um vestido rosado com tendências militares, que apesar de eu ter noção que me fazia parecer um pouco mais velha, sabia que me assentava que nem uma luva. Combinei com uns sapatos beges com uns folhinhos engraçados e com a minha mala creme, chanel. Amarrei o cabelo num apanhado no topo da cabeça e estava pronta.
Para terminar, um toque de chanel nº5 nos pulsos e no pescoço, sabia que o Pablo adorava este perfume, um risco simples nos olhos com um batom mais acentuado e estava definitivamente pronta.

 

 

 

 

Deixei tudo pronto, coloquei só o que era importantíssimo levar na mala e dirigi-me ao aeroporto.
Tudo tratado e perfeito, consegui apanhar o primeiro avião que saía da Espanha às 8 da manhã. Estaria lá dentro de sensivelmente 1 hora. Tudo correu como esperado e às 7 da manhã estava no aeroporto da Portela, hora de Portugal. Chamei um táxi que me levou directamente a casa do Pablo. Depois teria tempo para ir a casa e contar pormenores à Sara. Tinha assuntos “pendentes” a tratar primeiro, por assim dizer. O meu coração palpitava a cada vislumbre que tinha daquelas ruas que eu conhecia. Estava tão perto de matar o meu desejo.

 


 

36

 

O táxi parou de frente a um prédio que eu conhecia como a palma da minha mão. Agradeci ao taxista e paguei o valor da viagem, saí do táxi, caminhei uns metros até à porta do prédio. Tirei a chave da mala e abri a porta. Os segundos que me levaram do elevador até ao piso certo serviram para me acalmar. Era estúpido o facto de estar com ele há tanto tempo e mesmo assim ficar nervosa sempre que estava prestes a fazer-lhe uma surpresa.
Ele deveria de estar a dormir que nem um anjinho na cama, até parecia mal obrigá-lo a sair da cama a estas horas e a um Sábado. Mas eu não ia abrir a porta, ainda que tivesse chave. Queria criar o factor surpresa, queria que fosse ele a abrir a porta, por isso toquei duas vezes a campainha para me certificar de que o acordava e de que ele me viria abrir a porta.
Depois de provavelmente dois minutos, que me estavam a matar à espera de que ele me abrisse a porta, tive uma visão do paraíso, quando ele me abriu a porta apenas em boxers, com um sorriso magnificamente maravilhoso nos lábios.
-¿Tan cedió? – foi a única coisa que eu vi os seus lábios pronunciarem antes de eu lhe entrar pela casa a dentro, fechar a porta atrás de mim e atirar-me completamente para o seus braços para lhe beijar os lábios freneticamente. Tinha saudades daqueles beijos, daquele cabelo selvagem e descontrolado, daquele corpo, daquela barba de há 3 dias que tinha sempre o efeito desejado em mim. Sem que os beijos parassem, guiei o seu corpo junto ao meu, de volta ao quarto. Conhecia aquela casa até de olhos fechados por isso não foi difícil levá-lo até ao quarto em segundos. Quando chegamos ao quarto as suas mãos já seguiam o seu caminho por baixo do meu vestido, redescobrindo as minhas pernas e rabo.
Atirei a mala para o chão, naquele momento nem me preocupava se o que estava lá dentro pudesse de alguma forma ficar danificado com a violência com que a atirei para o chão.
As minhas mãos subiram para os seus cabelos, o meu corpo deixou-se cair serenamente sobre a cama desfeita e ainda quente do seu corpo que tinha estado ali há minutos. As nossas línguas iniciaram uma dança perfeita. Num único movimento chutei os sapatos para o chão, os beijos pararam, o seu olhar cravou o meu, ele esboçou um sorriso verdadeiramente puro o que me fez automaticamente esboçar um sorriso no meu rosto. As suas mãos desapertaram o meu vestido, deixando-me apenas em lingerie, a sua completa mercê. A minha respiração acelerou, e senti todo o meu corpo arrepiar quando os seus beijos passaram pelo meu pescoço, para o meu peito seguindo em linha recta até ao meu umbigo passando por uma das minhas pernas, joelho e terminando no tornozelo.
Entreabri as pernas para que o seu tronco encaixasse no meu corpo, os seus lábios voltaram a saborear os meus e o meu corpo rodou sobre o dele, deixando-me agora em cima dele. Sentei-me no seu tronco, cravei o meu olhar no dele, conseguia ver o desejo estampado no seu rosto. Soltei o cabelo num único gesto e agitei o cabelo para que este caísse sublimemente sobre as minhas costas. As suas mãos puxaram automaticamente o meu rosto para ele, beijando-me os lábios ternamente. Beijei-lhe o pescoço, trinquei ligeiramente o lóbulo da sua orelha, onde sussurrei um, - te quiero solamente para mi!
Beijei-lhe o peito, e senti a sua respiração acelerar, as suas mãos subiram as minhas costas e desapertarem o meu sutien delicadamente, que me deslizou pelos braços e que ele retirou carinhosamente. As suas mãos acariciaram-me delicadamente os seios o que me fez soltar pequenos gemidos, por entre os beijos que íamos trocando.
Ele voltou a deitar o meu corpo na cama e o seu corpo subiu o meu, as suas mãos percorreram os traços do meu corpo, traços que já conhecia decor. Mãos essas, que fizeram as minhas cuecas deslizar do meu corpo e senti-lo em mim. Mais uma vez nos entregamos ao prazer. Prazer esse que me fazia sentir como nunca me tinha sentido antes. Ele fazia parte de mim e ninguém podia tirar-me isso.

 

  

 

  

 

  

 

tags:
sinto-me: U.U
música: Jonah Johnson - With you
link do postPor pablitoaimar, às 12:00  comentar

De Matiee a 22 de Dezembro de 2010 às 13:00
TÁ LINDO JANE! (:
beijo*

De sofiarc ॐ a 22 de Dezembro de 2010 às 13:23
Ahh, eu queria comprar essa perfume (Chanel Nº5) para oferecer à minha mãe no Natal, mas como o dinheiro que tenho não é muito, é para esquecer xD
Mas esquecendo este aparte, AMEI +.+
Podias ter publicado 3 capitulos, Jane :b
Espero pelo próximo, beijinho :)

De Bianca ^^ a 24 de Dezembro de 2010 às 00:30
PERFEITO !! ^^
Continua !!
Beijãooo (L)

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