31.10.10

Meninas muitíssimo obrigado pelos comentários :)

Hoje tenho mais um bocadinho para vocês, espero que gostem.

p.s - Pipa, até me deixas-te mais feliz.... quero muito ver essas fotos *-*

 


Importante: Aviso desde de já que o capitulo de hoje tem bolinha vermelha, ou seja conteúdos sexuais. Quem não quiser ler fica já o aviso. Todos os comentários que sejam criticas desnecessárias ou insultos serão apagados.

 

 

11

 

 

Tinha recomeçado a chover. E eu limitei-me a admirar a chuva pela janela do carro. Tal como me tinha dito ele só me levava para casa se fosse para casa dele. E era para lá que nos dirigíamos o que me fez soltar um pequeno sorriso. Vi-o fazer o mesmo trajecto que eu já conhecia. Eu não me importava nada de ir passar a noite com ele. Afinal assim ninguém ficava sozinho. E eu já sentia saudades dos beijos dele, do corpo dele junto ao meu. Precisava disso. Tinha a certeza que ia ter uma óptima noite.
Eu entrei, ele entrou atrás de mim e fechou a porta atrás dele. Agarrou-me a cintura, ri-me. Arrumou ligeiramente os meus cabelos para o lado e beijou-me o pescoço.
-Aimar! - protestei para o fazer parar. Virei-me para ele. –Que quieres cenar? Yo puedo preparar algo.
-No quiero nadie… - disse-me sem me largar.
-No? – perguntei mordendo ligeiramente o lábio.
Enquanto isso ele empurrava o meu corpo em direcção a sala, pousou o saco do equipamento num canto e sem me largar continuou a guiar o meu corpo. –Solo quiero una cosa.
-Sí? – perguntei sorrindo.
-Sí!
-Que cosa? – perguntei envolvendo os meus braços a volta do seu pescoço.
-Tu! – disse-me.
Puxou-me para o colo dele enquanto me beijava. Envolvi as minhas pernas à volta do seu tronco, as minhas mãos viajavam pelo seu pescoço e cabelo. Adorava quando ele me beijava assim. Como se não houvesse amanha. Deitou-me levemente sobre o sofá deixando-se cair sobre o meu corpo. Da minha boca os seus beijos passaram para o meu pescoço, do pescoço de novo para a minha boca. Levantei as costas ligeiramente para que ele me tirasse a camisa. Queria, desesperadamente, que a minha pele tocasse a dele.
Beijou-me de novo mas desta vez a sua língua invadiu a minha boca iniciando uma dança com a minha. Os seus beijos deixavam-me sem folgo e a minha respiração estava agora bastante acelerada. As suas mãos subiram as minhas costas por baixo da minha t-shirt o que me provocou um certo arrepio. Um arrepio gostoso. Eu puxei a sua camisola para cima. E ele parou de me beijar para a tirar. E eu poupei-lhe trabalho e também tirei a minha. Os beijos recomeçavam e deste vez ele deixou-se ficar mais pelo meu pescoço onde mo chupou, provocando uma pequena dor ainda que gostosa. À qual eu soltei um pequeno gemido. Senti as suas mãos desapertarem-me o botão das calças e puxa-las ligeira mente para baixo. Ele parou. Levantou-se tirou-me as sapatilhas uma por um,a tirou-me as calças, subiu de novo para o sofá onde permaneceu de joelhos. As suas mãos agarraram num dos pés e suavemente beijou-me o tornozelo, a coxa, o joelho deixando leves beijos pela minha perna abaixo. Eu fechei os olhos, aquela sensação arrepiava-me o corpo, era maravilhosa. Era completamente excitante velo beijar o meu corpo com os seus olhos cravados nos meus. Voltei a sentir o seu corpo sobre o meu e o meu coração acelerou quando o senti duro contra mim. Ele voltou a beijar-me docemente os lábios conhecendo cada traço dos mesmos, cada pedaço da minha boca. As minhas mãos sentiam cada músculo do seu tronco dos seus braços.
-Eres tan hermosa. – sussurou-me ao ouvido enquanto me mordiscava o mesmo.
O meu coração lutava para me saltar do peito. Era como se tivesse injectado adrenalina no meu corpo. Nunca nenhum homem me tinha feito sentir assim. Desejada! Nunca nenhum me vez querê-lo tanto. Queria que fossemos só um. Que ele me levasse ao céu.
E foi no momento em que os seus lábios voltaram a saborear os meus que o meu telemóvel tocou. Ambos paramos. Eu estiquei o braço ate a mala tirei o telemóvel. Olhei. “Ruben” era o que aparecia no visor. O Aimar olhava-me. Eu encolhi os ombros e atendi.
-Olá.
-Olá Jane, desculpa estar a ligar a esta hora mas precisava de te pedir um favor.
-Ok, diz.
-Será que podes passar cá amanha para falar-mos um bocadinho… Quando tiveres tempo.
Achei estranho mas concordei. –Ok, na boa.
-Então até amanha, beijinho querida.
-Sim, xau. – disse-lhe.
Desliguei o telemóvel, não queria ser interrompida por mais nenhuma chamada, atirei-o para cima de um puff que estava do outro lado da sala e voltei a beijar o Aimar.
-Mira…vámonos al quarto… - disse-me por entre beijos.
Ele levantou-se, eu levantei-me e dirigi-me ao quarto, ele apagou a luz da sala e seguiu-me. Ainda bem que tinha escolhido uma boa lingerie esta amanha. Era o que eu pensava. Era uma lingerie branca rendada, semi-transparente. E estava perdida nestes meus pensamentos quando senti uma mão no meu rabo, e como não estava nada a espera até dei um saltinho para a frente. –Aimar! – Olhei para trás. Ele estava com um sorriso de orelha a orelha misturado com uma expressão um quanto tímida.
Entramos no quarto, deitei-me na cama e olhei-o de cima abaixo com desejo. Ele estava agora apenas com as calças de ganga vestidas nas quais se fazia notar um vulto completamente desejado no meio das suas pernas. Mordi o lábio, ele deitou-se em cima de mim. E beijou-me intensamente. Consegui arranjar espaço para lhe desapertar as calças e puxá-las para baixo, as quais ele me ajudou a remover.
Delicadamente tirou o meu sutien, as suas mãos brincaram com os meus seios, beijou-mos e voltou a beijar-me intensamente. Mãos estas que se perderam nas minhas curvas, agarraram o meu rabo e puxaram o meu corpo mais para ele. Enquanto me beijava senti a sua mão deslizar pelas minhas cuecas e sentir os seus dedos em mim. Gemi de prazer e ele voltou a devorar os meus lábios.
-Te gusta así? – perguntou-me ao ouvido, movimentando os seus dedos em mim. Eu podia sentir a sua respiração, também ela descontrolada.
-Sí! – respondi-lhe enquanto soltava pequenos gemidos.
Instintivamente as minhas mãos seguiram os seus abdominais e procuraram o seu membro. Agarrei-o na minha mão e “brinquei” com ele ao qual ele me respondeu também com pequenos gemidos. Sorri eu sabia que ele estava a gostar.
-Pablo te quiero… dentro de mí. – supliquei-lhe por entre suspiros e gemidos.
Ele apresou-se a tirar-me as cuecas, o seu corpo subiu para cima do meu, voltaram os seus magníficos beijos no pescoço e senti-o penetrar-me lentamente. Podia sentir cada centímetro dele a entrar em mim. O que me fez soltar um gemido mais alto e as minhas mãos se cravarem nas suas costas. Entrelacei as minhas pernas à volta do seu tronco obrigando-o a ir mais fundo em mim. Os seus lábios quentes e molhados voltaram a tocar os meus. Senti o seu ritmo acelerar. Ele sabia exactamente o que fazia. E isso estava-me a deixar completamente doida. As suas investidas passavam de rápidas a lentas num ápice. Saindo, por vezes, completamente fora de mim e voltando ao ritmo rápido em segundos.
Eu sabia que não conseguia aguentar por muito mais tempo.
-Ohhh sí Pablito… - sussurava eu por entre gemidos.
Subitamente ele reduziu o ritmo, eu virei-o na cama fazendo-o quase ficar numa posição de sentado e subi para o colo dele. Os seus olhos estavam escuros, mas brilhavam de prazer. Voltei a senti-lo novamente dentro de mim. As suas mãos estavam agora no meu rabo e acompanhavam os movimentos do meu corpo. Beijei-o, intensamente, mordi-lhe o lábio, chupei-lhe a língua, gemia enquanto o beijava. Eu não queria que acabasse. Rebolei em cima dele. Acelerei o ritmo, olhei-o nos olhos, mordi o lábio de prazer enquanto gemia. Também ele gemeu, vi-o revirar os olhos eu sabia que ele estava perto. As suas mãos puxaram violentamente o meu corpo ainda mais contra o dele. Gemi mais alto. –Pablo…
E ambos colapsamos num orgasmo intenso e saboroso. As nossas respirações ainda permaneciam aceleradas, o suor corria os nossos corpos.
-Te amo cariño. – sussurou-me ao ouvido.
Eu olhei-o nos olhos. E beijei-o. Senti uma ultima vez mais o sabor doce dos seus lábios. –También te amo Pablito. – disse-lhe passando a minha mão pelos seus cabelos. Saí de cima dele e deitei-me, ele deitou-se ao meu lado, aconchegando-me contra o seu corpo. Os seus dedos enroscaram-se nos meus caracóis. A minha cabeça estava deitava no seu peito e os meus dedos percorriam cada traço definido dos seus abdominais.
-Quería mucho que vieses conmigo mañana. – disse-me.
-Donde? – perguntei-lhe levantando ligeiramente o rosto para o encarar.
-Conocer mís pequeños. –disse-me directamente tentando perceber qual seria a minha reacção.
-Claro que voy. Pero… Y se elles no gustaren de mí? – disse-lhe dando-lhe um breve beijo no peito.
Ele riu. –Elles van a gustar de ti. –disse-me dando-me um beijo na testa e passando as suas mãos pelo meu cabelo.
Ambos nos deixamos ficar assim. E adormeci com o bater do seu coração e com um sorriso estampado nos lábios.

 

 

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30.10.10

10


Entrei em casa o mais rápido possível preparei-me mentalmente para um grande raspanete da Sara e com razão. Mas para meu espanto entrei em casa e esta estava vazia. Encontrei um bilhete em cima da mesa da sala.
Não sei por onde andas, e sinceramente estou preocupada não atendes, não respondes. Mas algo que me diz que estas bem e que só te esqueceste de mim. E então decidi não esperar e fui jantar com o Franco. Beijo, até logo. Não esperes por mim acordada. Sara”
Mandei-lhe uma sms a dizer para ela não se preocupar que estava tudo bem, para me desculpar por a ter feito esperar e que depois lhe explicaria o que se tinha passado.
Vesti uma roupa mais confortável e mais básica. Mandei vir uma pizza e vi tv até tarde. Não conseguia deixar de pensar no Aimar. Já tinha saudades dos seus beijos autenticamente deliciosos. E não conseguia tirar o sorriso da cara desde que saí de sua casa. Estava perdida nos meus pensamentos quando ouvi a Sara chegar.
-Oi. – disse-lhe.
-Opá, por onde é que andas-te? Estava mesmo preocupada, caramba! – disse-me fechando a porta, e virando-se para mim. –Ui… Estamos muito sorridentes. –disse-me.
-Tu a que deverias de vir sorridente, afinal foste jantar com o “Jarra”. – provoquei-a.
-E venho! Mas deixa-te de provocações e conta-me o que se passou porque prometes-te que o fazias.
-Senta-te aqui vá! – disse-lhe gesticulando para que ela se senta-se ao meu lado.
-Desculpa, eu esqueci-me completamente do nosso jantar. Desculpa, a sério, não era suposto isto ter acontecido, mas foi mais forte do que eu. Eu prometo que nunca mais te deixo pendurada assim.
-Jane, pendurada é na boa. Acontece… Desde que tenhas boas razões para isso. Nunca mais me deixes é assim preocupada. E afinal esse sorriso todo deve ter uma boa explicação que até aposto que é a mesma que me vais dar por te teres atrasado.
Revirei os olhos, voltei a mostrar-lhe um sorriso rasgado.
-Ui que estamos mesmo apanhadinhas. Isto mete Aimar jáestou a ver. – disse-me.
As minhas bochechas coraram. Ela conhecia-me tão bem.
-Sim… Eu saí do estádio e fui ter com ele, porque ele queria falar comigo, por isso a que veio cá ontem…
-Sim e? – disse-me para que continuasse.
-E… Bem… Eu beijei-o. Ele beijou-me. E ele…Bem… gosta de mim… E eu… estou tipo… eu estou completamente apaixonada por ele… - disse-lhe.
Ela estava de boca aberta e de olhos esbugalhados a olhar-me. –Oh eu sabia! Vocês os dois… Isso ia escaldar. Beijaram-se? Não houve mais nada? – perguntou ela fazendo-me olhinhos.
-Não Sara! – disse-lhe.
-Ohhhhhhhhhhh. Aposto que o Aimar é óptimo na cama.
Olhei-a completamente atónita com o que ela tinha dito.
-Ai não me olhes assim, é verdade. Experiência não lhe deve faltar e ainda por cima é pai de 3 filhos lindíssimos… Ele deve ser óptimo no assunto.
Eu continuava chocada a olhar para ela. – Sara…
-Sim... – disse-me secamente como quem diz “que foi? Eu tenho razão”
-Não te preocupes com a vida sexual do Aimar se faz favor e vai mas é tratar do “Jarra”!
-Ai o Franco! Ele também é óptimo na…- interrompia. –SARA!
-Ai que foi?
-Não preciso de saber pormenores.
Ela riu-se. – Ok desculpa. Então mas isso quer dizer que tu e o Aimar agora… andam?
Encolhi os ombros e revirei os olhos. – Não posso comentar algo sobre o qual ainda não falamos.
Ela riu-se. –Ahahahaha, wowque discurso formal. Qualquer dia já podes ir fazer as entrevistas flash em vez do Jorge Jesus.
Dei-lhe uma pequena lapada no ombro e ri-me também.

E depois de mais uma longa conversa fomos dormir. Amanha o Benfica jogava em casa com o Paços de Ferreira e eu e a Sara tínhamos bilhetes para ir assistir.
(…)
A manha foi mais uma daquelas atribuladas, onde eu andava cheia de trabalho. Agora além dos fatos tinha também que me preocupar com um novo projecto que o LFVme tinha proposto. Fazer o design de 3 t-shirts para as adeptas femininas do Benfica. E digamos que as ideias pelo menos me fluíam muito bem.
Mas quando gostamos do que fazemos e nos empenhamos à séria no trabalho o dia até passa mais rápido e realmente passou. Porque quando dei por ela já eram 17h e eu tinha que ir para casa para me preparar para o jogo.
Jantamos, a Sara arranjou-se todinha. Encaracolou o cabelo, pintou as unhas, ia com um vestido preto justo e curtinho combinado com umas botas rasas, um casaco de lã cinza e com a maquilhagem bastante clean e ao mesmo tempo maravilhosa.
-Sara vais para um jogo, não vais a um desfile de moda. – disse-lhe.
-Pois, pois vou! E tu vai mas é arranjar-te não quero chegar tarde. – piscou-me o olho.
Eu optei por umas calças de ganga justas, uma camisa com xadrez vermelha, azul e branca sobreposta sobre uma t-shirt preta mais as minhas all stars vermelhas. Cachecol do Benfica e estava pronta!
-Vais assim. – perguntou-me mal me viu pronta.
-Vou! Como eu disse vamos a um jogo de futebol.
-Sim mas eu não vou só a um jogo do futebol. Alias, hoje não durmo em casa sweetie. – disse-me.
-Conta-me lá isso. – perguntei enquanto saiamos de casa.
-Depois do jogo vou dar uma volta com o Franco e bem… vou conhecer a casa dele.
-Ah pronto. Vai lá então.
Antes de sairmos mandei uma sms ao Aimar. “Hola, esperó que tengas un bueno partido. Besos.”
“Gracias hermosa, besos cariño”- sorri.

Eram 20h quando entramos no recinto do estádio. O Jogo começaria dali a 15 minutos. Estava ansiosa por ver o Aimar jogar. Eu sei que ele ia dar o seu melhor.
O jogo começou! Ao minuto 14 o Aimarpega na bola na linha do meio campo. Passa um, passa outro, outro e outro e golaço de Aimar. Lindo! Com nota artística como diria o Jesus.
Eu saltei da cadeira abracei-me a Sara, gritei, pulei, festejei. Foi lindo ver toda a equipa abraçar-se a ele para o felicitar. E merecia. Foi sem duvida um grande golo. Durante o Jogo ainda pudemos ver outro golo do Kardece com um pouco mais de sorte tinha-mos o 3-0 com um golo do Saviola mas a magia não estava do lado dele. Mesmo assim eu estava felicíssima.
E o meu coração quase parou quando no final do jogo ele tirou a camisola para a oferecer a um jogador do paços. Aquele tronco definido, os braços meticulosamente musculados. O meu coração saltou umas quantas batidas até a Sara me acordar.
-Hey não te babes. Aquilo já é teu. Não precisas de te babar quando podes tocar. – disse-me rindo. – Bem eu vou indo. O Franco vai ter comigo ao Colombo e tu vais embora?
-Não ainda não. – disse-lhe.
Ela seguiu rumo ao Colombo e eu dirigi-me a garagem do estádio.
Encostei-me ao carro do Aimar e deixei-me ficar à espera dele.
Eu tinha a facilidade de puder ir até lá porque o porteiro conhecia-me de quando ia trabalhar e podia dizer que me sentia feliz por poder faze-lo.
Vi os jogadores saírem. As vezes um por um outras vezes acompanhados. E todos me cumprimentavam a medida que iam passando e eu felicitando-os pelo jogo.
Passado uns 15 minutos vejo o Aimar vir ao longe acompanhado do Saviola. Vinham a conversar, ambos com sorrisos no rosto. Apesar do Aimar ainda não se ter apercebido que eu lá estava. O Saviola mal me viu balbuciou algo ao Aimarque eu não percebi pela distância. E este olhou-me sorriu e vieram na minha direcção.
-Hola Jane!– cumprimentou o Saviola.
-Hola, lindo partido señores! – disse ainda que brincado com a situação.
-Ahhh Jane, solo para Aimar, yo despuésde tantas oportunidades no marque un sólo gol.
O Aimar pemanecia ao seu lado sem tirar os olhos de mim, escutando a nossa conversa.
-Savi, es la sorteé, pero mejores partidos viran. Y tu marcaras. –disse-lhe.
-Si claro. Mira Aimar, me voy. Ficha bien. – disse dando-lhe um abraço.-  Y tu tambien pequeña.
Ri-me.- Soy quaseé de tu altura.
-Falta un bocadiño así! – disse-me gesticulando com as mãos o bocadinho que faltava ao qual nos rimos todos.  E foi-se embora.
-Parabienes! Mucho bueno partido. El gol fue muy lindo! – disse-lhe.
-Que vieste à ver el partido e no me lo disiesteé? – disse-me chegando mais perto de mim.
-Era sorpresa! – colmatei.
Ele sorriu, encostou-me ao carro, a sua mão agarrou-me na face e beijou-me lentamente saboreando cada pedaço dos meus lábios.
-La próxima vez tienes que decirme para que te dedique un gol.  –disse-me.
E nisto roubou-me mais um beijo rápido do qual passou da minha boca para a minha cara e para o meu pescoço, fazendo com que um arrepio me percorresse o corpo e que os meus olhos automaticamente fechassem para saborear o momento. Quando os abri deparei-me com o Ruben do outro lado da garagem a olhar-nos completamente espantado. E quando o vi corei imediatamente. Ele parecia desligado. Completamente parado, olhava-nos com uma expressão que eu não conseguia decifrar. Estava completamente "congelado", de lado com uma mão na porta do carro. Quase como se estivesse paralisado.
-Aimar.–chamei-o ainda que quase sussurrando.
-Sí? – ele mal viu a minha cara olhou para a direcção onde o meus olhos estavam postos e viu o mesmo que eu.
Nesse momento foi como se o Ruben tivesse ligado. Desviou o olhar, abriu a porta do carro, ligou-o e saiu.
O Aimar olhou para mim. Eu olhei para ele e esperava por alguma reacção, mas reacção essa que não veio. Ele não parecia minimamente preocupado com aquilo e eu decidi nem sequer me preocupar.
-Mira, me puedes llevar a casa? – perguntei-lhe.
-Sí, desde que seja a mícasa! – disse-me. Eu ri-me limitei-me a entrar no carro dele.

 


Meninas obrigado pelos comentários :)

E continuem a acompanhar a fic que eu prometo que não vos desiludo, se desiludir, dêem-me na cabeça xD

 p.s - Catia obrigado pela ajuda no espanhol :)

E bem como não poderia deixar de ser...

PARABÉNS A DIEGO MARADONA!

 

 

 

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